Morte Invisível, Lene Kaaberbøl e Agnete Friis, tradução de Marcelo Mendes, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2015, 320 páginas.
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Um objeto encontrado em meio às ruínas de um hospital militar soviético pode render muito dinheiro no mercado negro, além de contribuir para que uma família de ciganos abandone a pobreza e se livre assim de todo o preconceito. No entanto, esse mesmo objeto, tão valioso, pode provocar a morte de centenas de pessoas caso pare nas mãos de pessoas erradas.
A enfermeira Nina Borg também se preocupa com as minorias que sofrem algum tipo de preconceito, por isso, contrariando um pedido de seu marido, ela acaba colocando sua vida em risco ao aceitar cuidar de ciganos húngaros que estão sofrendo de uma misteriosa doença. Ela só não poderia imaginar que estaria se envolvendo também com um segredo ligado a atos terroristas e pessoas fanáticas.
“Ela fora levada até ali por conta daquela mesma ansiedade irracional que a acometia nesse tipo de situação, ciente de que Morten não gostaria nada de saber que ela quebrara sua promessa por causa de algumas crianças que, no fim das contas, nem doentes estavam de verdade. O marido talvez não desse nenhuma importância à condição daquelas crianças, mas Nina dava” (pág. 123).






