O Desertor, Daniel Silva, tradução de Maria Luiza Newlands da Silveira, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2014, 304 páginas.
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O ex-espião israelense Gabriel Allon está com um novo disfarce, em uma pacata cidade da província de Úmbria, quando recebe a visita de seu antigo chefe, Uzi Navot. As notícias, no entanto, não são nada agradáveis: o desertor russo Grigori Bulganov, que já salvou a vida de Gabriel em duas oportunidades, está desaparecido.
Como existe a suspeita de que Grigori seja um agente duplo, as autoridades não se importam com o caso, mas Gabriel tem convicção de que o sumiço é, no mínimo, muito estranho. O ex-espião não pensa duas vezes antes de assumir a investigação, sem imaginar que o seu inimigo vai se aproveitar dos seus erros para sequestrar a pessoa mais importante de sua vida. Quando isso acontece, ele está disposto a tudo para se vingar.
“Tinham caído numa armadilha, como Grigori. Mas daquela vez não era uma sequestro, mas uma execução. Para sobreviver, nos próximos dez segundos, Gabriel teria de atuar na defensiva, algo que, para ele, significava romper com décadas de experiência e treinamento. Infelizmente, não tinha outra escolha, pois viera para Oxford desarmado” (pág. 72).






