O Despertar do Príncipe, Colleen Houck, tradução de Fernanda Abreu, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2015, 384 páginas.
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Liliana Young leva uma vida dos sonhos, mas o luxo proporcionado pela riqueza de seus pais tem um preço e, além de conviver com as regras impostas por eles, ela ainda tem de convencê-los a deixá-la escolher a sua própria profissão. Ainda em dúvida sobre essa situação, Lilly visita o Metropolitan Museum of Art, em Nova York, e esbarra com a múmia de um príncipe egípcio que acaba de despertar de um sono de mil anos.

O encontro com o príncipe Amon é apenas o início de uma reviravolta na vida de Lilly. Sem qualquer resistência, ela acaba seguindo Amon até o Vale dos Reis, no Egito, onde deve ajudá-lo a reencontrar com seus dois irmãos adormecidos, a fim de realizar uma cerimônia que pode salvar a humanidade dos malignos planos do deus Seth, o deus do caos. Para isso, eles devem lutar contra o tempo!
“Se sabia alguma coisa sobre o amor, era que valia a pena lutar por ele, mesmo que eu precisasse usar uma espada para protegê-lo. O milagre de encontrar o amor, o amor de verdade, era raro o suficiente para fazer o dever e a obrigação terem que se esforçar para enfrentar a concorrência” (pág. 198).