Enquanto Bela dormia, Elizabeth Blackwell, tradução de Vera Ribeiro, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2016, 368 páginas.
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A inveja e os conflitos de interesses podem prejudicar o reino para sempre. A única forma de isso não acontecer é se o rei tiver um herdeiro que dê continuidade ao seu poder, no entanto o maior empecilho é a infertilidade do casal. Sem ter outra alternativa, a rainha Lenore recorre aos supostos poderes mágicos de Millicent, a tia de seu marido, e assim nasce a princesa Rosa, uma menina saudável que se torna descendente do trono.
O que deveria ser motivo de festa se torna um problema tão grande quanto o anterior. O rei acaba expulsando Millicent de suas terras e em toda a sua arrogância ela promete se vingar, ameaçando a vida da jovem princesa. A família real então adota medidas para proteger Rosa e é Elise, a dama de companhia e confidente da princesa, quem tem a responsabilidade de mantê-la viva. Custe o que custar.
“Nas histórias, bastava um beijo para selar o amor eterno, porém Marcus não se mostrara extasiado nem declarara sua devoção. Eu não era uma heroína de contos de fadas, falando em forma de rimas elegantes, e ele estava longe de ser um príncipe. Como é que duas pessoas assim entendiam o que se passava no coração uma da outra?” (pág. 151).





