Incendeia-me, Tahereh Mafi, tradução de Bárbara Menezes, 1ª edição, Ribeirão Preto-SP:
Novo Conceito, 2014, 384 páginas.
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Os dois romances e dois contos da trilogia Estilhaça-me aumentaram a expectativa em relação ao último e derradeiro título da história da protagonista Juliette, personagem criada por Tahereh Mafi. E se existia algo esperado era que Incendeia-me fosse uma obra empolgante e eletrizante. No início esse aparenta ser o caso, já que nos deparamos com diálogos bem elaborados e revelações até certo ponto inesperadas.
Apesar desse início eletrizante, o livro oscila em diversos momentos e não demora a ir contra a primeira impressão. A começar pelo ritmo que nem sempre é marcado pela intensidade e por revelações, que deixam de ser frequentes e se tornam raras. A importância dos acontecimentos também acaba prejudicando o ritmo de leitura, já que muitas cenas são desnecessárias e a ação acontece apenas nos momentos finais – diferente de Estilhaça-me e Liberta-me, por exemplo, em que isso acontecia a todo instante.









