Filha da Ilusão, Teri Brown, tradução de Heloísa Leal, 1ª edição, Rio de Janeiro-RJ:
Valentina, 2014, 288 páginas.
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Anna Van Housen sempre teve a certeza – ou quase – de que é filha ilegítima do famoso ilusionista Harry Houdini. Essa pode ser a explicação para que a magia seja tão natural em sua vida. Mas seu maior desafio é esconder seus poderes da própria mãe, uma famosa médium que apresenta shows e comanda sessões espíritas de forma clandestina na Nova York da década de 20.
Sabendo de sua capacidade, Anna não quer ser apenas uma assistente dos espetáculos de sua mãe, mas sabe que ela jamais a deixaria ofuscar suas apresentações. O problema é que sua mãe não passa de uma farsa, enquanto ela possui verdadeiros poderes paranormais, sendo capaz de falar com os mortos, captar os sentimentos das pessoas e prever o futuro. Entre outras coisas, ela previu que pode estar correndo riscos, mas nem mesmo a ajuda de um belo jovem pode lhe convencer a confiar nas pessoas.
“Apesar de querer fazer truques melhores, não quero uma participação maior no seu show. Eu quero... Bem, não tenho muita certeza do que quero, mas passar o resto da minha vida executando velhos truques batidos – os únicos que ela permite – e trabalhando como sua assistente não pode ser tudo que a vida tem a me oferecer” (pág. 21).





