Mares de Sangue, Scott Lynch, tradução de Alves Calado, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2014, 512 páginas.
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Logo após a batalha em Camorr, os Nobres Vigaristas deixam a cidade em direção a Tal Verrar, onde querem se recuperar e planejam voltar ao que sabem e gostam de fazer: roubar dos ricos e ficar com toda a grana. O alvo dessa vez é a Agulha do Pecado, a mais exclusiva casa de jogos do mundo, onde trapacear é o mesmo que assinar uma sentença de morte.

Mas após dois anos elaborando o melhor plano para conquistar o objetivo, as intenções dos Nobres Vigaristas são descobertas por Stragos, o líder militar verrari que quer se aproveitar deles para alcançar seus próprios desejos. Quando isso acontece, eles acabam envolvidos em uma aventura pirata e precisam enfrentar um dos maiores desafios até então: não saber nem mesmo como começar a liderar um navio.

“Durante um tempo, observaram Tal Verrar ficando para trás, a aura dos Degraus de Ouro e o brilho de tocha da Agulha do Pecado sumindo atrás da massa mais escura do crescente sudoeste da cidade. Depois, passaram pelo canal de navegação nos recifes de vidro, indo para o Mar de Bronze, para o perigo e a pirataria. Para incitar a guerra e trazê-la para a conveniência do Arconte” (pág. 245).

As Mentiras de Locke Lamora, Scott Lynch, tradução de Fernanda Abreu, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2014, 464 páginas.
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Locke Lamora é um homem misterioso, por isso é justificável o fato de ele ser o responsável pelo lendário Espinho de Camorr, uma figura que poucos conhecem, mas que todos sabem como ele age: praticando os melhores golpes imagináveis para roubar dos ricos e...

...ficar com todo o dinheiro roubado, claro! Locke Lamora é o líder de um grupo chamado Nobres Vigaristas e, ao lado de seus comparsas, ele está prestes a colocar um ótimo golpe em ação. Mas um misterioso assassino surge em Camorr, assassinando líderes de gangues e pessoas da elite, o que coloca em risco a própria fama do Espinho. Esse banho de sangue acaba levando os Nobres Vigaristas a uma armadilha e todos precisam lutar pela própria sobrevivência.

“Agora ele com certeza conseguiria atrair a atenção total da patrulha. Os guardas gritavam e o perseguiam enquanto seus pequenos pés batiam nas pedras do calçamento e ele sorvia grandes e ardidas golfadas de ar úmido, obrigando os representantes do Duque a cumprirem seu exercício vespertino. Tinha feito a sua parte para salvar o golpe, que poderia prosseguir sem a sua participação” (pág. 46).