Estudo Independente, Joelle Charbonneau, tradução de Elisa Nazarian, 1ª edição, São Paulo-SP:
Única Editora, 2014, 320 páginas.
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Apesar de agora ser uma caloura da Universidade em Tosu City, a jovem Cia ainda não se esqueceu de tudo o que enfrentou durante o Teste, ainda que o governo quisesse apagar sua memória. Sabendo que precisa fazer alguma coisa para mostrar ao mundo que o Teste não é como todos imaginam, ela busca compreender os objetivos de seus possíveis amigos e principalmente sobreviver, ainda que também enfrente uma batalha entre a razão e a emoção.

“— Valeu a pena? Sim, vidas foram salvas, mas e as vidas que foram tiradas? A história diz que o progresso muitas vezes exige sacrifícios, mas que tipo de progresso podemos afirmar, quando é construído sobre a vida dos cidadãos que ele deveria ajudar?” (pág. 37).

O Teste, Joelle Charbonneau, tradução de Santiago Nazarian, 1ª edição, São Paulo-SP:
Única, 2014, 320 páginas.
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Em um mundo pós-guerra, que sofre consequências que vão além da própria destruição, a Comunidade das Nações Unificadas seleciona os jovens mais brilhantes que podem se tornar grandes líderes para participar do chamado O Teste e mais tarde contribuir na reconstrução do mundo. Quando sua formatura finalmente chega, Cia espera ser selecionada e participar dessa que pode ser uma trajetória muito difícil.

Poucas informações são reveladas, mas ela se entusiasma quando é selecionada. Pelo menos até seu pai se mostrar preocupado, já que no passado também passou por isso e não tem boas lembranças. As revelações surpreendentes do pai fazem com quem Cia tenha a certeza de que será preciso cuidado ao enfrentar o governo. Ou então, pode nunca rever a sua família.

“Agora que minhas escolhas foram feitas, o pânico se estabelece. Amanhã estarei me afastando de tudo o que conheço para algo estranho e potencialmente perigoso. O que eu mais quero no mundo é subir na cama e puxar as cobertas sobre minha cabeça. Em vez disso, fecho a sacola, coloco no ombro e volto para minha família, na esperança de poder curtir minhas últimas horas com eles” (pág. 44).