O nome de Deus é misericórdia, Papa Francisco, tradução de Catarina Mourão, 1ª edição, São Paulo-SP:
Planeta do Brasil, 2016, 144 páginas.
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Ainda me lembro, como se fosse ontem, da minha reação quando foi anunciado ao mundo a eleição de Jorge Mario Bergoglio como líder da igreja católica apostólica romana. Em um primeiro momento alegria pela escolha de um latino-americano, mas logo na sequência um misto de encanto e admiração pelo senhor que em suas primeiras palavras como sumo pontífice surpreendeu por ser a simplicidade em pessoa. De lá para cá a admiração pelo Papa Francisco apenas aumentou.

Dito isso, não é nenhuma surpresa que o meu interesse por O nome de Deus é misericórdia tenha sido despertado tão logo soube de sua publicação. Mesmo antes de ter detalhes sobre o livro, ele estava na lista de livros para ser lidos, ainda que não se enquadre em nenhum dos meus gêneros favoritos. A verdade é que se fosse outro papa não teria o mesmo interesse, assim como se fosse outro papa o livro não tocaria o meu coração como aconteceu.

Essas palavras podem ser radicais, mas é preciso deixar claro que a explicação é que Francisco consegue algo que poucos líderes religiosos são capazes: estreitar a relação para com os fiéis de sua igreja. Ao menos para mim, ele sempre foi mais um amigo de longa data, pronto para acalentar meu coração com palavras doces e sinceras, do que o líder máximo de minha igreja. O nome de Deus é misericórdia é a maior prova disso.
“Deus é um pai zeloso, atento, pronto para acolher qualquer pessoa que dê um passo ou que tenha o desejo de dar um passo na direção de casa. Ele está ali a observar o horizonte, nos aguarda, já está à nossa espera. Nenhum pecado humano, por mais grave que seja, pode prevalecer sobre a misericórdia ou limitá-la” (pág. 85).

O Papa que Ama o Futebol, Michael Part, tradução de Heloísa Leal, Rio de Janeiro-RJ:
Valentina, 2014, 118 páginas.
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Apesar de ter sido cotado para se tornar Papa no Conclave de 2005, quando o colégio cardinalício elegeu Joseph Ratzinger, em nenhum momento o argentino Jorge Mario Bergoglio chegou a ser citado como possível sucessor de Bento XVI, que abdicou do papado no início de 2013. Além de sua idade, diversos fatores contribuíam contra essa possibilidade, por isso a sua eleição pegou o mundo de surpresa.

No entanto, logo após o anúncio de um novo Papa, a surpresa se tornou ainda maior. Com uma personalidade própria dos jesuítas, Papa Francisco, como passou a ser chamado, surpreendeu a cada nova aparição, para desespero dos católicos mais conservadores. Seu jeito próprio de liderar a Igreja Católica, promovendo mudanças necessárias para ela não ficar no passado, conquistou a admiração de seus fieis e também de pessoas que não seguem a sua doutrina.

Essa simplicidade do atual Papa motivou a publicação de diversos livros sobre a sua vida, como O Papa que Ama o Futebol. A biografia escrita por Michael Part possui a mesma simplicidade de seu biografado, porém é direcionada a um público bem específico: os admiradores de Bergoglio e os apaixonados pelo futebol, que certamente vão se identificar com os momentos em que o futebol marcou a vida do Papa Francisco.

Mario pegou o filho recém-nascido, olhou para os pais e disse:
- Será que é cedo demais para levar Jorge à sua primeira partida do San Lorenzo?
Todos riram” (pág. 13).

“Completamente Seu” é disponibilizado na Amazon
O livro “Completamente Seu”, publicado em fevereiro por Vanessa de Cássia através do Wattpad, acaba de ser publicado de forma definitiva pela Amazon. A obra é uma versão de Juan Vasco, protagonista masculino do livro erótico “Batom Vermelho” (Ed. Literata), e pode ser adquirido em sua versão digital clicando aqui.

Primeiro livro de Gisele Souza entra em pré-venda
Após o sucesso de críticas conquistado com o lançamento da versão digital de “Inspiração”, a autora Gisele Souza prepara o aguardado lançamento de seu primeiro livro em versão física. O livro será lançado oficialmente pela MODO Editora durante a Bienal do Livro de São Paulo e já se encontra em pré-venda na loja online da própria editora.

História de Amanda Lindhout será adaptada para o cinema
Após passar quinze meses nas mãos de sequestradores da Somália e ver seu livro, “A Casa do Céu”, se transformar em um best-seller mundial, a jornalista Amanda Lindhout agora terá sua história transformada em filme. O livro, escrito em parceria com Sara Corbett e publicado no Brasil pela editora Novo Conceito, teve os direitos adquiridos pela Annapurna Pictures, que já iniciou o projeto. Lindhout será interpretada pela atriz Rooney Mara (Os Homens que Não Amavam as Mulheres), que também participa da produção do longa-metragem.

Gail Carriger publica história sobre o pai de Alexia Tarabotti
O mais recente trabalho de Gail Carriger, autora da série O Protetorado da Sombrinha, acaba de ser publicado em inglês. O conto “O Curioso Caso do Lobisomem que Não Foi, da Múmia que Foi, e do Gato em Uma Jarra” é protagonizado por Alessandro Tarabotti, pai da protagonista da série, e mostra uma de suas aventuras no Egito ao lado de seu criado, Floote.
A editora Valentina, responsável pela publicação no Brasil, ainda não se manifestou sobre uma possível tradução, mas o conto está disponível na Amazon e pode ser adquirido clicando aqui.