Matar Alguém, Roger Franchini, 1ª edição, São Paulo-SP: Planeta, 2014, 368 páginas.
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Em uma madrugada chuvosa, o plantão dos policiais Maurício e Rodrigo tinha tudo para ser tranquilo, mas eles se deparam com a morte de um fotógrafo e, em meio a investigação, descobrem um pen drive que contém gravações suspeitas de várias ligações do secretário de Segurança do Estado de São Paulo.

Ao mesmo tempo em que tentam descobrir o motivo de um fotógrafo ter grampeado um secretário do governo estadual, Maurício e Rodrigo precisam encontrar a relação disso com uma série de assassinatos de policiais militares, cometidos por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC). E a investigação vai levá-los a uma conspiração inimaginável.

“Mesmo não sentindo o mínimo de respeito pelos policiais militares, Maurício compartilhava com eles a vontade de eliminar todos os vagabundos incorrigíveis do mundo. Só era preciso tomar cuidado, pois algumas pessoas cometiam crimes, mas não eram bandidos” (pág. 148).