O Quarto Dia, Sarah Lotz, tradução de Alves Calado, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2016, 352 páginas.
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Janeiro de 2017. Uma viagem de réveillon que tinha tudo para ser perfeita se transforma em um verdadeiro pesadelo, digno de filme de terror. Durante cinco dias o navio O Belo Sonhador fica sem qualquer tipo de comunicação e uma possível pane mecânica é motivo suficiente para instaurar o caos entre passageiros e tripulantes, que passam dias de incertezas com mortes suspeitas e fenômenos sobrenaturais.
“Gritou e mordeu a língua quando um peso pousou em seu peito, tirando-lhe o ar dos pulmões. Tentou se soltar debatendo-se, mas os braços não queriam — ou não conseguiam — se mexer. Paralisado, não havia nada que pudesse fazer enquanto um hálito de gelo roçava em seu rosto e dedos frios subiam feito aranhas por sua coxa” (pág. 106).

Os Três, Sarah Lotz, tradução de Alves Calado, São Paulo-SP: Arqueiro, 2014, 400 páginas.
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Pessoas do mundo todo jamais se esquecerão da chamada Quinta-Feira Negra, o dia em que quatro aviões caíram em diferentes partes do mundo e marcou o início de mudanças impossíveis de se imaginar até então. Os acidentes, no entanto, possuem um fato em comum: três crianças sobreviveram; uma pode estar desaparecida.

A americana Pamela May Donald é outra sobrevivente, porém ela permaneceu viva apenas por tempo suficiente para mandar uma mensagem. Uma única e misteriosa mensagem pedindo que vigiem o menino e dizendo que eles estão ali. Ninguém sabe exatamente o que ela quis dizer com suas últimas palavras, mas sua mensagem mudará o mundo e situações estranhas passarão a acontecer ao redor do globo.

“Espere um instante... Tem alguma coisa se mexendo, perto de onde começavam as árvores. Uma forma escura, uma pessoa pequena, uma criança? A criança que estava sentada na frente dela? Pam é tomada pela vergonha: não pensara no menino ou na mãe dele nem por um segundo enquanto o avião caía. Só em si mesma?” (pág. 11).