Organizado por Italo Moriconi, o livro Destino: Poesia é um dos principais lançamentos da editora José Olympio. A obra reúne cinco dos maiores nomes da poesia marginal produzida no Brasil na década de 70, entre eles Paulo Leminski e Ana Cristina Cesar, autora homenageada na Flip 2016.

Título: A morte de Deus na Cultura
Autor: Terry Eagleton
Páginas: 224
Sinopse:
Neste instigante A morte de Deus na cultura, Terry Eagleton investiga as contradições, dificuldades e significados do desaparecimento de Deus na era moderna.
Terry Eagleton é filósofo, professor e um dos maiores nomes em crítica literária no mundo. Leciona literatura na Universidade de Lancaster, onde é professor emérito, e na Universidade de Notre Dame.

Autor de importantes livros da literatura norte-americana no século XX, como os mundialmente famosos “Bonequinha de Luxo” e “A Sangue Frio”, o autor Truman Capote iniciou sua carreira literária com a escrita de contos, porém muitos de seus textos do gênero permaneceram inéditos até 2013, quase trinta anos após a morte do escritor. Esses contos, descobertos na Biblioteca Pública de Nova York, foram reunidos no livro Primeiros contos de Truman Capote, um dos principais livros recém lançados pela editora José Olympio.

Título: A Revolta da Chibata
Autor: Edmar Morel
Páginas: 406
Sinopse:
Este é o livro reúne documentos, entrevistas, artigos e fotos sobre a história da rebelião na Marinha de Guerra, em 1910, liderada por João Cândido, o Almirante Negro, que tinha o objetivo de acabar com os castigos corporais aos marinheiros e, num plano mais elevado, instaurar justiça social e dignidade na sociedade brasileira da época. Publicado originalmente em 1959, A Revolta da Chibata lembra fatos que a História oficial havia esquecido.
Forte título do catálogo da editora Paz e Terra volta às livrarias, depois de 7 anos esgotado
Biliografia básica em graduação e pós-graduação em História em todo o país
Obra que cunhou o termo “Revolta da Chibata”
Livro inserido nos debates do protagonismo negro: João Cândido, o Almirante Negro, liderou o levante contra a Marinha brasileira.

Entre os novos lançamentos do catálogo literário do grupo editorial Record, dois deram origem a filmes que estão em destaque nos cinemas brasileiros. O curioso é que ambos os livros retratam fatos reais.

13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi, do diretor Michael Bay, por exemplo, narra a história de seis soldados que trabalhavam em um complexo da CIA em Benghazi, na Líbia, em 2012, e que precisaram agir para evitar um atentado terrorista contra um embaixador americano. A Jogada do Século, por sua vez, tem como tema o colapso financeiro ocorrido em 2008 e apresenta os principais personagens de Wall Street envolvidos na crise.

Título: 13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi
Autor: Mitchell Zuckoff
Páginas: 350
Sinopse:
O best-seller que deu origem ao filme dirigido por Michael Bay
13 Horas apresenta, pela primeira vez, a história real dos acontecimentos de 11 de setembro de 2012, quando terroristas atacaram o Complexo da Missão Especial do Departamento de Estado dos EUA e o Anexo, base da CIA, em Benghazi, na Líbia. Uma equipe de seis soldados lutou bravamente para repelir os agressores e proteger os americanos que lá trabalhavam, indo além de suas obrigações e realizando atos extraordinários de coragem e heroísmo para impedir uma tragédia ainda maior. Este é seu relato pessoal do que aconteceu durante as treze horas do infame atentado. Pondo em pratos limpos o ocorrido em uma noite encoberta por mistério e controvérsia, este livro instigante leva os leitores para dentro da história desses heróis que arriscaram sua vida uns pelos outros, por seus compatriotas e por seu país. Escrito por Mitchell Zuckoff, autor best-seller do New York Times, 13 Horas é uma obra atordoante que fará o leitor arregalar os olhos – e, o mais importante, é a verdade. A história sobre o que enfrentaram aqueles homens – e a grandeza do que realizaram – é inesquecível.

Dilma Rousseff é hoje a pessoa mais importante do Brasil. Embora sua popularidade não esteja em alta como outrora, por bem ou por mal seu nome está na boca do povo e diariamente os brasileiros se deparam com os discursos da presidente que mesmo no mais importante cargo do país não está livre de falhas, em especial de sua oratória.

Em cada novo discurso de nossa presidente existe a chance de surgir uma nova pérola, tal como a recente sugestão de “estocar o vento”, e isso deu origem ao livro Dilmês — O Idioma da Mulher Sapiens. Publicado pela editora Record, o livro de Celso Arnaldo Araújo explora com humor “os verdadeiros espetáculos de comédia bufa protagonizados pela dramática inaptidão da oratória de Dilma”.

Título: A Poeira da Glória
ISBN: 9788501105707
Autor: Martim Vasques da Cunha
Páginas: 630
Sinopse:
O livro que até mesmo o politicamente incorreto considerou imprudente
Na contramão da análise convencional da literatura brasileira, Martim Vasques da Cunha ousa ao escrever o que estremeceu até mesmo o politicamente incorreto: em A poeira da glória, ele desmonta as teses sustentadas pela repetição da crítica, rechaça o estilo que falseia a sensibilidade moral e recoloca as ideias no lugar ao apontar como e quando a ideologia política envenenou a imaginação artística. Aos que pensavam que a crítica cultural no Brasil – mais que a simplesmente literária – havia encontrado “o fim da história” em Antonio Candido e seus discípulos, uma imensa surpresa: Martim recoloca todas as peças no tabuleiro, inclusive a de Candido.
Dono de um texto que convence o leitor por nocaute de argumentos, o ensaísta mostra em detalhes como o país foi brutalizado pela paranoia e mistificação a respeito de si mesmo, de tal maneira que se transformou em um grande “Carandiru intelectual”, o paraíso distópico onde a realidade brasileira gira em falso.

É inegável que Ferreira Gullar, imortal da Academia Brasileira de Letras desde 2014, é o maior poeta vivo da literatura brasileira. Ganhador do Prêmio Camões em 2010, o poeta maranhense tem uma riquíssima obra que inclui, entre outros, dezenas de livros de poemas, como Crime na Flora. A obra, lançada originalmente em 1986, ganhou este ano uma nova edição, pela editora José Olympio, com um projeto gráfico especial para aquele que tão bem representa a qualidade de nossa literatura.

Título: A Garota sem Nome
ISBN: 9788501402721
Autor: Marina Chapman
Páginas: 322
Sinopse:
A incrível história real de uma criança criada por macacos
Em 1954, em um vilarejo remoto da América do Sul, uma menina de 4 anos foi sequestrada e abandonada no coração da floresta tropical colombiana. Sozinha e com medo, agarrou-se à única companhia que encontrara: um grupo de macacos que a acolheu em sua família. Em um relato comovente, Chapman revela os detalhes do período ao longo do qual foi pouco a pouco se tornando feroz. O que ela não sabia, no entanto, é que o seu maior teste de sobrevivência não seria na selva.
Depois de anos na floresta, Chapman, já com 10 anos, foi capturada por caçadores e devolvida à civilização. Vendida para um bordel, seria escravizada e espancada diariamente, até escapar – para viver a perigosa rotina de uma criança de rua, e depois a de prisioneira dentro da casa de uma família mafiosa colombiana. Mas havia uma esperança...
A garota sem nome narra esta incrível história de sobrevivência e perseverança — uma demonstração do verdadeiro significado de “humano” e do que nos conecta às pessoas.

Ao reconhecer o escritor Patrick Modiano com o Nobel de Literatura 2014, a Academia Sueca não estava apenas premiando o 15º autor francês a conquistar o prêmio, mas reconhecendo também um escritor que soube como poucos usar a Segunda Guerra Mundial como cenário de suas obras. Dentre tantas obras, três dos principais trabalhos de Modiano foram lançados recentemente pela editora Record.

Os três lançamentos fazem parte da chamada trilogia essencial da obra de Patrick Modiano. Além de Primavera de Cão, considerado o mais misterioso livro do autor, a trilogia é formada ainda por Remissão da Pena e Flores da Ruína, sendo todas elas histórias independentes.

Título: A Europa Alemã
ISBN: 978-85-7753-252-0
Autor: Ulrich Beck
Páginas: 128
Sinopse:
Um estudo sobre a hegemonia política e ideológica da Alemanha na Europa.
Em um famoso discurso proferido em Hamburgo em 1953, Thomas Mann advertiu os alemães sobre o perigo de quererem voltar a almejar uma “Europa alemã”. E que muito menos catastrófico seria que conseguissem obter uma “Alemanha europeia”. Mas no rastro da crise do euro, foi justamente o que aconteceu. Com uma política “Merkiavélica”, brinca o autor em referência à liderança de Angela Merkel, a Alemanha se tornou hegemônica na Europa, tanto do ponto de vista político como do ideológico.
Como líder econômica do continente pode ditar aos países da zona do euro as condições para a obtenção de novos créditos, incluindo o esvaziamento dos direitos de coparticipação dos parlamentos grego, italiano, espanhol e até mesmo do alemão.
Quais as consequências da polêmica política de contenção alemã para o equilíbrio de poder europeu? Que soluções são possíveis no conflito entre os arquitetos da Europa e os ortodoxos do Estado nacional? Como conciliar os imperativos da solução da crise e da democracia face ao risco-Europa? São essas as questões que Ulrich Beck aborda. E ele conclui que é preciso um novo contrato social europeu: um contrato que, através da própria ideia de Europa, garanta mais liberdade, mais segurança social e mais democracia.