Título Original: Need for Speed
Diretor: Scott Waugh
Duração: 130 minutos
Baseado: Need for Speed, de Brian Kelleher
Tobey Marshall (Aaron Paul) herdou do pai uma oficina mecânica, onde, juntamente com sua equipe, modifica carros para que se tornem o mais rápido possível. Além disto, Tobey é um exímio piloto e volta e meia participa de rachas. Um dia, o ex-piloto da Fórmula Indy Dino Brewster (Dominic West) o procura para que Tobey possa concluir um Mustang desenvolvido por um gênio da mecânica que já faleceu. Apesar das divergências entre eles, Tobey aceita a proposta por precisar muito do pagamento oferecido por Dino. O carro é concluído e posteriormente vendido.
Entretanto, a velha rixa entre eles faz com que disputem um último racha, que conta ainda com a participação de Pete (Harrison Gilbertson), grande amigo de Tobey. A corrida termina em tragédia devido ao falecimento de Pete. Considerado culpado pela morte, Tobey passa dois anos na prisão. Quando enfim é solto, ele organiza um plano para que possa participar de uma conhecida corrida do submundo onde Dino também correrá.
Não é possível precisar os anos que se passaram desde o primeiro contato com a franquia de games Need for Speed. Fato é que a cada novo jogo a adrenalina, sentida ao pilotar as potentes máquinas, era inevitável e causadora de um grande vício. Isso voltou a acontecer com o livro de mesmo nome, escrito por Brian Kelleher, e agora com o filme do diretor Scott Waugh.

Como não poderia deixar de ser, o foco de Need for Speed – O Filme é diferente do que encontramos na obra literária. O fato de ambas as produções surgirem simultaneamente impede que o filme seja classificado como uma ótima adaptação do livro, apesar de idênticos, mas como os dois são adaptações dos games, é possível dizer que agradam de um modo geral e conforme suas possibilidades.

Need for Speed, Brian Kelleher, tradução de Edmundo Barreiros, 1ª edição, São Paulo-SP:
Única, 2014, 240 páginas.
Skoob: Clique Aqui.

Após muito tempo afastado das corridas, Tobey Marshall quer apenas manter, ao lado de toda sua equipe, a oficina que herdou do falecido pai. Mas para sanar as dívidas, ele acaba aceitando um desafio de um antigo desafeto e, no meio dessa aventura eletrizante, um de seus amigos acaba morrendo e Tobey é preso, acusado de um crime que não cometeu.

Três anos depois, quando finalmente deixa a prisão, Tobey está disposto a tudo para se vingar do verdadeiro culpado pela morte de seu amigo. Com sua equipe dividida e sem qualquer chance de reconquistar seu espaço no mundo das corridas de rua, Tobey percebe que sua única alternativa é participar da corrida mais desejada pelos pilotos. Para isso precisa apenas atravessar o país, correndo contra o tempo e sendo perseguido pela polícia, enquanto seu principal adversário planeja como finalmente derrotá-lo.

“A velocidade “inalcançável”, o Santo Graal das corridas de rua, estava em torno dos 400 km/h. Isso é mais do que um quilômetro a cada dez segundos. Assim como quebrar a barreira do som num caça a jato, uma velocidade dessas num carro pode ser excitante. Contudo, bastava um único movimento em falso e a pessoa atrás do volante acabava, na maioria das vezes, morta” (pág. 15).