Eva, William P. Young, tradução de Fabiano Morais, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2015, 240 páginas.
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Ao encontrar Lilly em um contêiner à deriva em uma ilha entre dois mundos, muito machucada e precisando de cuidados, John passa a ser o responsável por sua recuperação e em pouco tempo descobre que a sobrevivência da garota tem um significado especial: sua missão pode salvar a todos. Em meio as dúvidas que cercam a sua sobrevivência, e ainda tentando se recuperar dos traumas que lhe causaram feridas, Lilly é convidada por Eva para testemunhar a verdadeira história da Criação e descobrir aos poucos qual o seu papel para a humanidade.

“De repente, um estrondo. Seu corpo inteiro se encolheu. A menina esticou o pescoço em direção à luz. A explosão foi instantânea e contínua, uma energia arrebatadora e um fluxo de informação que se propagava, jorrando em sua direção. Era cor. Era música. Era alegria e fogo, sangue e água. E era voz — única e múltipla, ascendente e penetrante, unindo-se ao vazio” (pág. 20).