Arqueiro, 2010, 912 páginas.
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Cinco famílias de diferentes países e classes sociais têm suas vidas interligadas com os acontecimentos que deram origem ao que ficaria conhecido como a Primeira Guerra Mundial. Além dos fatos que contribuíram para o início da guerra, mulheres lutam por direitos iguais, enquanto trabalhadores buscam melhores condições de trabalho e a valorização por parte da alta sociedade.
Pessoas comuns que lutam nas trincheiras, ou simplesmente por seus direitos, são essenciais para o desenvolvimento de tudo que entraria aos livros de história, como as mais importantes e inesquecíveis batalhas e até mesmo a chamada Revolução Russa. São acontecimentos marcantes que dividem espaço com o amor e a amizade, com as dificuldades e as disputas de interesse. São acontecimentos que mudariam a história do mundo para todo o sempre.
“Nos Estados Unidos seria diferente. Tudo lá seria diferente. Os latifundiários norte-americanos não podiam enforcar seus trabalhadores. A polícia norte-americana era obrigada a julgar as pessoas antes de puni-las. O governo não podia sequer prender socialistas. Não havia nobres: todos lá eram iguais, até mesmo os judeus” (pág. 164).





