Thalita Rebouças assina contrato com Arqueiro
Uma das principais vozes da literatura jovem no Brasil, a escritora Thalita Rebouças assinou contrato com a editora Arqueiro e publicará um livro pela nova casa ainda no primeiro semestre de 2016. Autora de diversos títulos, Thalita já vendeu mais de um milhão e meio de exemplares em pouco mais de quinze anos de carreira.

Nobel de Literatura 2015 será publicada pela Cia. das Letras
Os primeiros livros de Svetlana Alexievich, laureada com Prêmio Nobel de Literatura 2015, serão publicados no Brasil pela editora Companhia das Letras. Embora ainda não exista previsão de lançamento, os livros publicados serão “Time second hand”, “War’s Unwomanly Face”, “Last witnesses” e “Voices from Chernobyl”.
Svetlana Alexievich foi a primeira jornalista a ser reconhecida com o prêmio mais importante da literatura mundial.

Belas-Letras lança campanha “Compre um livro, doe um livro”
Em 2015 a editora Belas-Letras não realizará a famosa Black Friday, que acontece nesta sexta-feira. Dessa vez a editora gaúcha criou a campanha “Compre um livro, doe um livro”, que teve início no último dia 25 e permanecerá por prazo indeterminado.
A ideia da campanha é que a cada livro adquirido na loja da Belas-Letras o comprador automaticamente doe um exemplar de um livro para uma biblioteca que necessita. A doação será identificada e todos saberão o responsável por essa boa causa.
Acesse www.lojabelasletras.com.br, adquira um livro e participe da campanha.

“História Secreta” começa a ser publicado pelo Wattpad
O último volume da trilogia Pacto Secreto, escrito por Alexis Jones, começou a ser publicado no Wattpad no último dia 17. A exemplo dos dois livros anteriores, inicialmente a autora publicará os capítulos na plataforma de leitura gratuita e na sequência disponibilizará o livro completo para venda.
Os livros anteriores, “Pacto Secreto” e “Prazer Secreto”, já podem ser adquiridos na Amazon. Já o novo lançamento pode ser lido gratuitamente clicando aqui.
Valentina perde tudo que mais valoriza em sua vida. Somente a superação de toda sua vida pregressa e o conhecimento de sua verdadeira essência trarão sua completa transformação e a descoberta de um novo mundo e a necessidade de uma nova era.

Na manhã desta quinta-feira, 08 de outubro de 2015, a Academia Sueca anunciou a vencedora do Prêmio Nobel de Literatura de 2015. A vencedora é a jornalista e escritora bielorrussa Svetlana Alexievich, a 14ª mulher a ganhar o Nobel. O júri classificou a obra da autora inédita no Brasil como “monumento ao sofrimento e à coragem". O trabalho de Svetlana é marcado pelos grandes acontecimentos históricos do Leste Europeu, como a queda da União Soviética e o acidente nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. Em “Voices from Chernobyl”, por exemplo, a autora entrevistou diversas vítimas 30 anos depois do desastre que devastou a cidade ucraniana. No início desse século, Svetlana sofreu perseguições por parte do governo bielorrusso e teve que deixar o país. Só em 2011, ela pôde retornar ao seu país.

O historiador e cientista político Moniz Bandeira foi indicado pela UBE (União Brasileira de Escritores) para concorrer ao Prêmio Nobel de Literatura 2015. Moniz Bandeira, que tem morada na Alemanha, é Doutor Honoris Causa pelas Faculdades Integradas do Brasil – UniBrasil, de Curitiba. É também portador da Bundesverdienst Kreuz (Erster Klasse), (Cruz do Mérito - Primeira Classe), conferida pelo governo da República Federal da Alemanha, Grande Oficial da Ordem de Rio Branco (Brasil) e comendador da Orden de Mayo (Argentina). E sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil e da Academia de Letras da Bahia.

O nome de Moniz Bandeira recentemente foi envolvido em uma polêmica nas eleições presidenciais brasileiras de 2014. O historiador enviou uma carta ao PSB logo após a queda do avião do candidato pelo partido na chapa de Marina Silva, Eduardo Campos. O conteúdo dessas cartas aparentemente poderiam ser interpretadas de diversas maneiras, na medida em que o historiador dava asas a teorias conspiratórias envolvendo a CIA, a agência de inteligência norte-americana, e a queda do avião de Campos. Essa carta cita a expressão "Regime Change" (mudança de regime), que significaria uma mudança de regime praticada pela CIA. As teorias conspiratórias a respeito de mudança de regime envolvem os eventos das mortes de Orlando Letelier (ex-ministro de Salvador Allende), Juan José Torres (ex-presidente da Bolívia), João Goulart (Jango), Juscelino (JK), todos mortos no ano de 1976. Os dois primeiros foram assassinados. Os dois últimos morreram em condições suspeitas e há um ex-agente da repressão uruguaia em liberdade condicional, no Brasil (RS) que afirma ter tomado parte na conspiração que matou Jango. A carta de Moniz também leva em consideração inúmeros relatos de jornalistas norte-americanos, os quais tem chamado a suspeita para o caso, como Wayne Madsen.

Foto: Reprodução - Tatyana Zenkovich/EPA
Sem muitas surpresas, a escritora e jornalista bielorrussa Svetlana Alexievich foi anunciada na manhã desta quinta-feira, 08, vencedora do Prêmio Nobel de Literatura, a mais importante premiação literária do mundo. Alexievich concorria com outros 198 candidatos, indicados por professores, universidades e sociedades de autores de diversos países.

Segundo a Academia Sueca, responsável pela entrega do prêmio, a escolha da jornalista se deu pela “obra polifônica, um monumento do sofrimento e da coragem em nosso tempo”. Isso porque os trabalhos de Alexievich tratam a realidade do império soviético, causando polêmica a ponto de seus livros serem proibidos em seu próprio país.

Svetlana Alexievich, que sucede o francês Patrick Modiano, é a 14ª mulher a vencer o Nobel de Literatura e conquista o prêmio atendendo as expectativas das principais casas de apostas do mundo. Ela é uma das raras representantes da literatura de não-ficção a ser condecorada com o Nobel de Literatura, que será entregue em 10 de dezembro, aniversário de morte do fundador do prêmio, Alfred Nobel. A jornalista receberá ainda 8 milhões de coroas suecas (cerca de R$ 3,75 milhões).

Em sua primeira aparição pública após o anuncio do prêmio, Alexievich fez críticas ao ex-líder soviético Josef Stalin e ao atual presidente russo, Vladmir Putin. “Respeito o mundo russo da literatura e da ciência, mas não o mundo russo de Stalin e Putin”. “Também não gosto desses 84% de russos que querem matar ucranianos”, concluiu a escritora, que nasceu no oeste da Ucrânia e participou, em 2014, da revolução que derrubou o então presidente ucraniano, Viktor Yanukovich.