A Mais Pura Verdade, Dan Gemeinhart, tradução de Leonardo Castilhone, 1ª edição, Ribeirão Preto-SP:
Novo Conceito, 2015, 224 páginas.
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Mark poderia ser como outra criança qualquer, mas existem muitos pequenos detalhes que o tornam diferente. Ele acaba de descobrir que uma terrível doença voltou a dominar o seu corpo e, sabendo que a morte pode estar se aproximando cada dia mais, ele resolve fugir de casa para realizar um sonho: escalar uma montanha.

Para encarar a sua maior jornada, Mark está levando apenas uma máquina fotográfica, equipamento de alpinismo, passagem de trem (só de ida), remédios, caderno e caneta. Seu único companheiro é o cachorro Beau, enquanto a única certeza é que atingirá a missão a todo custo. Mesmo que seja a última coisa que faça em sua vida.

“Em algum lugar lá fora, naquela escuridão, estava Jessie, minha melhor amiga. E minha mãe e meu pai. Seus rostos flutuavam em minha mente. Eles não faziam ideia de que eu estava partindo. Não faziam ideia de para onde eu estava indo. Não teriam como me encontrar. Não teriam como me ajudar” (pág. 12).