Refúgio, Harlan Coben, tradução de Fabiano Morais, 1ª edição, São Paulo-SP:
Arqueiro, 2012, 224 páginas.
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Após a morte do pai e a internação da mãe em uma clínica de reabilitação, Mickey Bolitar se vê obrigado a morar com seu tio Myron, um ex-agente do FBI. Enquanto se esforça para conviver com o tio, de quem nunca gostou muito, e para se adaptar ao novo colégio, o jovem se envolve com a doce Ashley. Mas pouco tempo depois Ashley desaparece misteriosamente.
Não querendo perder outra pessoa importante de sua vida, Mickey passa a investigar o que aconteceu com Ashley, contando com a ajuda de seus novos e excêntricos amigos, Ema e Colherada. No entanto, uma vizinha lhe conta algo sem dar qualquer explicação: o pai de Mickey ainda está vivo. Quando os dois mistérios se cruzam, o jovem percebe que está muito envolvido e que precisa fazer algo caso queira salvar as pessoas que ama.
“Tornei a pensar em Dona Morcega me dizendo que meu pai ainda podia estar vivo. Talvez esse fosse o motivo de tudo, de encontrar Ashley, do careca do carro preto, da própria dona Morcega. Talvez eu fizesse essas coisas todas só por causa da chance, uma em um milhão, de que ela estivesse falando sério, de ser verdade” (pág. 107).












